Lançado na quinta-feira (6), o novo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) vai garantir 310 mil vagas em instituições de ensino superior privadas em todo o País no próximo ano. A intenção é simplificar as regras, deixar o modelo mais sustentável e facilitar o acesso de estudantes de baixa renda ao ensino superior.

Três modalidades, com taxas de juros especiais, passam a compor o programa do Ministério da Educação (MEC), a partir de 2018. O Fies 1, com financiamentos a juro zero, vai oferecer 100 mil vagas por ano para estudantes com renda per capita mensal familiar de até três salários mínimos. As prestações serão parcelas de no máximo 10% da renda mensal futura do aluno.

O foco do novo formato é atender quem mais precisa. “O novo Fies é sustentável, transparente, com uma governança sólida, que vai preservar todos os contratos antigos dentro daquilo que já foi contratado pelos estudantes brasileiros e, ao mesmo tempo, assegurar o futuro do Fies”, disse o ministro da Educação, Mendonça Filho.

Relatório do Tribunal de Contas da União (TCU) apontou que o Fies estava em risco. A inadimplência do programa chegou a 46,4% e o custo em 2017 é de R$ 32 bilhões, 15 vezes maior do que em 2011.

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