Cumprindo agenda oficial na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), o ministro da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações, Marcos Pontes, visita o Parque Tecnológico Augusto Severo, localizado no município potiguar de Macaíba, às 10h deste sábado, 10 de agosto. O intuito é conhecer as instalações que abrigarão a unidade.
A UFRN possui expertise em governança de parques tecnológicos, visto que capitaneia o Parque Metrópole Digital – primeira instalação do tipo no estado e localizada em Natal. Junto à Universidade, o Governo do Estado do RN, prefeituras de municípios da Grande Natal, além de diversas instituições de ensino superior e representações da indústria e do mercado, são parceiros na implantação do Parque Tecnológico Augusto Severo, prevista para ocorrer em 2021.
As atividades iniciais planejadas são nas áreas da energia, tecnologia da informação e reabilitação em saúde, com ofertas de espaços para as entidades apoiadoras, que incluirão uma incubadora multissetorial de empresas, uma aceleradora gerenciada pelo Instituto Santos Dumont (ISD), a Agência de Inovação (AGIR) e um espaço do Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde (LAIS). As cooperações em áreas complementares serão associadas ao Parque como células de inovação descentralizadas, de acordo com as vocações econômicas e tecnológicas.
Visitas desta sexta
Durante esta sexta-feira, 9, o ministro visitou algumas unidades da UFRN na presença do reitor José Daniel Diniz. A primeira agenda aconteceu no Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde (LAIS) onde foram apresentados os projetos desenvolvidos pela unidade em parceria com o governo federal. A visita foi acompanhada pelo Diretor do Hospital Onofre Lopes, Dr. Stênio Gomes Silveira e do coordenador do laboratório, professor Ricardo Valentim. Leia mais.
Em seguida, participou da solenidade de lançamento da primeira fase do Programa Ciência Conectada, que prevê a ampliação de uma infovia de cabos de fibra ótica, denomina Rede Ipê, responsável por interligar instituições de ensino como universidades, instituto federais e escolas públicas. Com a ampliação, a velocidade de internet nessa rede passará de 10 para 100 Gigabits por segundo – mil vezes a capacidade de uma banda larga doméstica comum. Leia mais.
O reitor Daniel Diniz destacou a importância desta iniciativa que atende hoje várias instituições em todo o Estado. “O programa Ciência Conectada se trata de uma grande complementação desse trabalho, de modo que todos nós consigamos oferecer internet de fibra ótica a ambientes afastados, como zonas rurais”, afirmou.






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